Em tempos de imprevisibilidade no setor econômico, não apenas no Brasil, mas em diversos países, a alternativa é buscar por soluções efetivas para complementar a renda e não fechar o mês no vermelho. E buscar por opções criativas e inovadoras de ganhar dinheiro é o que brasileiro não tem dificuldade nenhuma em fazer quando o orçamento fica apertado, não é?

Para contextualizar o panorama atual, em março, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou uma estimativa de crescimento econômico para o Brasil que reduz a estimativa anterior informada. De acordo com dados e informações da entidade, a previsão é de que a economia nacional cresça 1,9% até o final deste ano, contra 2,1% da estimativa anterior.

Portanto, diante de uma projeção econômica ainda tímida, não dá para ficar preso à zona de conforto, né?

Uma das alternativas que o brasileiro encontrou para driblar a situação econômica do país foi por meio do transporte de passageiros em caronas particulares e compartilhadas. É o caso das startups Uber, Cabify, Easy Taxi, 99 Taxis, Femitaxi, entre outras.

Para se ter uma ideia, segundo a Uber, a maior companhia do segmento, somente no Brasil, há mais de 600 mil motoristas parceiros da empresa cadastrados, sendo mais de 22 milhões de usuários no país e presença em mais de 100 cidades brasileiras.

“No Brasil, chegamos junto com a Copa do Mundo de 2014, no Rio de Janeiro e, em seguida, em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Hoje já estamos em mais de 100 cidades do Brasil. Nosso objetivo é oferecer por meio do aplicativo, a opção de contratar viagens confortáveis e cômodas para todos os nossos usuários. Queremos transformar a maneira como as pessoas se movimentam pelas cidades”, explica a empresa na sessão Sala de Imprensa de seu site.

A procura por caronas é uma realidade em ascensão e que deve pautar as tendências futuras de mobilidade urbana em todo o mundo e não apenas em grandes cidades, mas também em cidades menores. O tema foi, inclusive, discutido na última edição do maior festival de inovação mundial South by Southwest (SWSW).

Além disso, outra tendência é a crescente demanda por caronas compartilhadas com outros usuários que partilham destinos em comuns, a modalidade reduz significantemente os custos e contribuem ainda mais para a redução de tráfego nos grandes centros urbanos. Afinal, ninguém gosta de ficar preso no trânsito!

Diante dessa oportunidade, é claro que, cada vez mais as pessoas se candidatam para serem motoristas desses aplicativos, que se tornam fontes de renda de muita família por aí. Quem é que nunca ouviu falar de alguém que resolveu deixar a profissão de origem para se tornar motorista de aplicativo?!

Muitos acabam até por alugar carros para realizar as corridas, o que, na maioria das vezes, acaba não sendo rentável e vantajoso para o motorista quando tudo é colocado na ponta do lápis. Neste caso, levando em conta o custo-benefício, é mais benéfico comprar um carro, que será o principal instrumento de trabalho do motorista. É um investimento que, certamente, vale muito mais a pena do que ficar pagando o aluguel do automóvel.

E, claro, além de ser um requisito imprescindível para o trabalho de um motorista, é possível unir o útil ao agradável nos momentos de folga e usar o veículo para transporte da própria família. Afinal, carro é liberdade, conforto e autonomia!

E aí, está esperando o que para fazer a simulação de um consórcio de carro? Com o #ConsórcioLuiza é possível!