Como já falamos algumas vezes por aqui, a educação financeira nunca foi tão necessária como nos tempos atuais, que exigem cada vez mais planejamento e parcimônia para transformarmos nossos objetivos em realidade.

Claro que manter as contas em dia não é uma tarefa fácil, principalmente se levarmos em consideração o recente levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que mostrou que mais de 62 milhões de brasileiros encerraram o ano de 2018 com o nome sujo.

Mas, apesar das estatísticas, é possível sim preservar a saúde das suas finanças, se reeducar financeiramente e cortar gastos supérfluos que vão fazer uma boa diferença em seu orçamento ao final do mês. Preparamos uma listinha que vai facilitar a sua vida e dar um respiro para o seu bolso. Dá só uma olhada:

1 – Conheça os seus gastos

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O primeiro passo é conhecer, de fato, suas despesas e como elas influenciam em seu orçamento. Seja no velho e bom papel, no bloco de notas do celular ou em uma planilha em seu computador, anote absolutamente todas as suas despesas. E isso inclui absolutamente tudo, nos mínimos detalhes: discriminar e indicar quais contas, cartões, datas de vencimento, número de parcelas a pagar etc. Você vai perceber que, ter uma visão geral da situação irá te ajudar e muito!

Se você é dessas pessoas high tech, também pode baixar um aplicativo para administrar suas finanças. Na Apple Store ou no Google Play há diversas opções de aplicativos gratuitos que fazem o gerenciamento das suas despesas diárias, semanais mensais e anuais. Uma dica é o GuiaBolso, um dos mais populares na categoria.

2 – Nunca deixe uma conta atrasada

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Seja bastante caxias nesse aspecto. Embora pareça óbvio, muitas pessoas acabam deixando passar o dia de vencimento de uma conta. Afinal, com a correria da rotina, quem nunca, né?!

Outra dica é deixar todos os vencimentos dessas contas para o dia seguinte do seu pagamento. Ou seja: recebeu, pagou. Assim, você terá uma noção mais ampla do que sobrará para outros itens que não são fixos.

3 – Reveja a sua alimentação

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Muitas vezes, na correria da rotina, acabamos não mantendo uma disciplina sobre nossas refeições. Nos rendemos às famosas bobeirinhas que encontramos pelas ruas, seja um doce ou até mesmo um almoço naquele restaurante do lado do nosso trabalho. O problema é que, além de, na maioria das vezes, prejudicar a nossa saúde com uma alimentação pouco regrada, afeta também o nosso bolso.

Mas, não é nenhum bicho de sete cabeças resolver essa questão. Basta você mesmo preparar algumas marmitas em casa e mandar ver! Em uma semana já você vai perceber a diferença que isso pode fazer no seu orçamento.

4 – Curta o fim de semana sem precisar gastar

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Quem disse que não é possível se divertir e ter um dia de lazer sem ter que gastar muito? Procure programas alternativos, como eventos e festivais de centros culturais ou até mesmo promover uma sessão de cinema em casa e chamar os amigos. Uma boa, né?

5 –  Dia Zero

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A princípio parece até loucura, mas o resultado é surpreendente no final do mês, viu?

Estabeleça um dia da semana que será chamado de Dia Zero, ou seja, neste dia você não vai nem lembrar da existência da sua carteira. Nada de gastos! Ao final do mês, serão quatro dias poupados e uma trégua em suas despesas diárias.

6 – Abuse dos cupons de descontos

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A maioria dos restaurantes hoje em dia, principalmente os fast food e grandes franquias, possui aplicativos que geram cupons de descontos. Por menor que ele seja, na hora de colocar na ponta do lápis no fim do mês faz diferença, sobretudo para as pessoas que não costumam fazer refeições em casa. Saia da zona de conforto, pesquisa e não tenha vergonha de apresentar o cupom ou até mesmo, se for preciso, pedir – a famigerada pechincha, né?

Uma dica para quem mora em São Paulo é o guia Dois por Um, que elenca diversos cupons de descontos em que a pessoa recebe dois pelo preço de um.  Interessante, né?

7 – Fuja das parcelas

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O fato é, não há nada melhor do que pagar à vista. O parcelamento de uma compra deve ser visto como uma alternativa somente em última instância. No Brasil, o parcelamento é uma forma de pagamento que, se não utilizado com cautela, pode resultar em uma círculo-vicioso, gerando grandes dívidas ao consumidor.

Portanto, quite todas as suas parcelas o mais rápido que puder e deixe essa opção apenas para compras mais caras, como uma passagem aérea, financiamento de um carro, imóvel etc.

8 – Poupe dinheiro!

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Guardar dinheiro não é uma missão simples, ainda mais quando, muitas vezes, o custo de vida é mais caro do que os seus rendimentos. Contudo, é essencial ter em mente de que ter uma reserva financeira é imprescindível em casos de urgência ou até mesmo se você planeja adquirir um bem com um valor mais elevado, como um imóvel, automóvel ou até mesmo fazer uma viagem.  Uma dica, que não é nem um monstro de sete cabeças, é poupar ao menos 20% de seus rendimentos.